segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Das derrotas.

Vamos lá falar do que mais arranha meu coração no momento. Até já postei hoje e fui obrigada a deletar, porque me senti completamente imbecil de me incomodar com certas coisas minúsculas depois das 17hs do dia de hoje.

Primeiramente, é hora de crescer. Não sou acostumada a reprovações. Não que eu seja um super gênio, super inteligente, super esforçada. Nunca fui. Sou um paradoxo. Responsável na minha irresponsabilidade. Tipo assim, deixo tudo pra última hora, mas faço.

Pouco me importa o alto índice de reprovação, muito menos que eu não tenha estudado pra poder fazer uma monografia. Eu poderia estar no índice mínimo de aprovação e ter feito uma monografia de gente normal, com duração de mais de um mês.

E aí, humildemente, reconheço minha fraqueza. É hora de parar de ser menina e ter atitudes de mulher. Fracassar doi e muito. Parece que todas as coisas recém-conquistadas de nada valeram. Mais ou menos como aquela música que diz que das brigas que se ganha, nada se leva; e das brigas que se perde, nunca se esquece.

Esta porrada eu levarei comigo por um bom tempo. Assim como todas as perdas. O lado positivo é colocar os pés no chão, focar no que realmente importa, assumir os erros da irresponsabilidade, tentar de novo e de forma decente. Aprendendo que as coisas que valem a pena custam e muito.

2 comentários:

Rayssa. disse...

É isso mesmo. ;)

Priscilla disse...

Ficou parecendo que eu reprovei na monografia, não foi? hahaha Foi na OAB, gente!

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