Sabe aquela sensação de incredulidade misturada com euforia, misturada com timidez, misturada com uma vontade louca de gritar? Foi assim que eu o conheci. Uma coisa inesperada e, pra mim, surreal.
Sei que ele me apareceu. Como quem não quer nada, como quem pede licença só pra passar. De repente, ele se transformou em indicação de filme. Depois, ele me lia. Lia todas as linhas que eu escrevia. Depois, era troca de impressões. Não mais sobre filme, mas sobre a vida, sobre sentimento, sobre medo, sobre dor, sobre filosofias várias. Depois, virou uma narração dos episódios que perdi de Lost, por estar vivendo Elizabeth Gilbert na Europa. Depois, virou tanta coisa que prefiro deixar sem definição.
Pra que me entendam, falo de olhos vivos e brilhantes. Um homem-menino. Uma criatura cheia de sonhos e admiravelmente sensível às coisas da vida. Falo de amor em forma de gente.
E assim ele permaneceu. Até quando não sabia o que acontecia, as palavras dele se encaixavam e faziam todo sentido. Como um anjo, que chega na hora certa e diz: “ei, menina, acorda!”. Mas, bem humanamente mesmo, como em Magnólia, somos vidas que se cruzam e que se dizem: “não é por acaso!”.
Queridíssimo amigo, te presenteio com as cores de Embriagado de Amor. Brindo teu dia e nosso bendito encontro, ao som de “save me”, de Nina Simone, de Walter Franco. Torço pra que, pelo menos um dia, como em Antes do Amanhecer, a gente se encontre de verdade, pra que eu possa te dar um abraço de obrigada por tantas coisas inominadas e verdadeiramente especiais.
2 comentários:
Isso sim é um "Parabéns!"
Boa sorte na correria da vida! ;)
doido! tu bomba até quando vai dar parabéns, é?! Por isso q eu morro de orgulho da minha Prizinha! =)
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